Já faz vinte anos – parece que foi ontem -, que os os Pixies editaram o álbum Doolittle. Um marco na sua carreira, que já vai longa, embora com uma interrupção de quase onze anos. Para celebrar, estão na estrada com a Doolittle Tour. O ‘tube’ foi gravado no passado mês de Setembro em Paris, na sala Zenith…
[ agora, bom, bom, seria a passagem da tour por Lisboa ... mas só porque já não os vejo desde 2006... ]
Ahhhhhhhh!!! e o Sp. de Braga também perdeu por 1-0 com o V. de Guimarães.
O mais giro foi o Spóting ter empatado a dois golos com o Rio Ave. E mais giro ainda, foi o facto de os adeptos do Spóting terem feito mais uma espera aos jogadores – com os respectivos insultos -, e proclamarem o regresso do Paulo Bento. Só posso dizer uma coisa: – Paulo Bento! Volta! Estás perdoado! (tantas alegrias que o Paulo Bento nos tem dado…)
[Agora! Bom, bom... seria o Glorioso ganhar ao Naval 1º de Maio... até pode ser (só) por 1 golo... ver vamos...]
Ontem, domingo – 01 de Novembro -, não queria acreditar. Liguei o computador, iniciei o IE e apanho uma ‘chapada’ como já não apanhava há muito tempo. A homepage que inicia a navegação – um site de informação -, comunicava-me que o António Sérgio tinha morrido nessa manhã. Respirei fundo, cocei a cabeça, levei a mão à boca, voltei a ler e a reler, era a fotografia do António Sérgio que ali estava… ‘impossível ?!’ – pensei. Fui lá fora fumar um cigarro. Senti um nervosismo cá dentro. Estava confuso. O António Sérgio morreu. Foda-se, não pode ser – continuava a pensar, em choque. Voltei para dentro. Começo a percorrer todos os sítios na net que provavelmente já estavam a falar da sua morte. A mãe do kiko passava por mim olhando com cara de ‘o que é que passa?…’, mas nada me perguntava. Passei por mais de uma dúzia de sites e blogues. Todos falavam no mesmo, todos já estavam a prestar a devida homenagem ao António Sérgio. Só passado quase uma hora consegui pronunciar uma palavra. Estava em choque: – G! O António Sérgio morreu… e soltei uma lágrima…
O António Sérgio foi, tão, só o mais importante divulgador de música em Portugal. Esteve sempre à frente no tempo. Foi com ele que comecei a ouvir música. Tantas e tantas cassetes gravadas com os seus programas de rádio: Rolls Rock, Som da Frente, Lança Chamas, O Grande Delta (xfm), A Hora do Lobo e actualmente o Viriato 25 – na Radar. Faltou falar no programa Rotação (renascença), desse recordo-me vagamente de o ouvir – era demasiado novo na altura (finais dos anos 70). Estive perto dele uma meia dúzia de vezes – em concertos de rock, e uma vez nas instalações da Rádio Comercial. Uma pessoa extremamente simples. O Mestre – como era conhecido -, foi e será sempre uma referência para todos aqueles que gostam de Música. O Mestre foi um professor para quase todos os que alguma vez fizeram e fazem rádio. É impossível que alguém que goste de música não saiba quem é O Mestre. A sua locução – a voz grave, inimitável, sempre fez ‘inveja’ a todos os que gostam de rádio. Eu falo por mim. A Rádio jamais será a mesma sem a sua presença, sem a sua partilha de conhecimento … (mais uma vez falo por mim). Acompanhou-me durante quase trinta anos da minha vida. Tenho de lhe agradecer pelo bom gosto musical que sempre me incutiu…
Esta canção é dedicada à mãe do kiko e ao kiko (e a mim, também). Mesmo com todas as lágrimas que já nos fez ‘escorrer’ pelo rosto…e ainda faz…Nunca será apagado da nossa memória, o concerto de Dezembro de 2003, em Lisboa, incluído na digressão de onde foi retirado este ‘tube’. E aí, principalmente, derramámos lágrimas… sentidas por coisas que só nós sabemos… que (nós) passámos juntos… que (nos) reforçaram ainda mais… no nosso percurso… no nosso caminho… na nossa vida… sempre.Adoro-vos
O jantar ou o petisco de ontem foi do melhor. E tudo graças à Maria (a minha peixeira) que me ‘impingiu’ o resto dos carapaus do tipo ‘jaquinzinhos’, que tinha na bancada. Nunca tinha cozinhado tal coisa, mas garanto que a experiência correu pelo melhor. Tirando a parte de fritar o peixe, claro.
Primeiro salguei os ‘tipos’, depois de devidamente ‘amanhados’ e limpos pela Maria – que arranjar peixe não é comigo - enfarinhei os jaquinzinhos e jás!!! Fritadeira com eles. No fim fritei o pão (importado do Cercal) cortado em fatias muito finas. Num tacho de barro à parte, fiz um saboroso arroz de pimentos que ficou um espectáculo. Acompanhei com uma salada de alface e cebola com orégãos, azeite e vinagre. Nos copos servi um modesto vinho branco fresco – Alentejano.
O melhor do petisco, foi o facto de o kiko que até não gosta muito de peixe (principalmente peixe frito) se ter deliciado com os ‘bichos’. Comeu tudo - cabeça, tronco e membros – tal como o pai gosta e lhe ensinou. Pudera, estavam crocantes como o diabo…
Um destes dias em que o kiko só fez asneiras – próprias da idade, e pelo ‘meio’ da inevitável ‘birra’ disse qualquer coisa à mãe num modo a roçar (alguma) falta de educação:
mãe: kiko, não voltas a fazer isso!…
kiko: mas, mãe…
mãe: … e não voltas a falar assim com a mãe! está bem?!…
kiko: mas, mãe…
mãe: … se não, obrigo-te a ‘tratares-me’ por – você!…
kiko: Mãe!… Isso não!!! Não quero que te chames Você!!!…
[ cá em casa não nos tratamos por você - como é óbvio. e não criticamos os que educam os seus filhos dessa forma - com o 'você'. porém, quando vemos esse tipo de trato por razões de pseudo- novosricos, tiazadas, 'tá'a ver' e afins... simplesmente abominamos... ]
são 8.00 p.m. liguei agora a televisão no canal da ‘moura de guedes’ e não é que os ‘brasileiros’ já estão a perder por 1:0 ao intervalo … vai entrar o ‘português’ liedson… ver vamos…
Como é notório, este espaço do tipo ‘blog’ tem andado pelas ’ruas da amargura’. Perdeu, de certa forma, o rumo que vinha sendo habitual. Toda esta situação, da qual desde já apresento as minhas desculpas, foi motivada pela ‘season’ que agora findou. Estive bastante ocupado com o ‘kiko,mudeio quarto!’, aliás, esteve previsto três a quatro dias para a sua conclusão, quando na realidade foram quinze (isso, quinze…) dias, o tempo despendido neste projecto que me deu uma enorme satisfação a realizar. Pelo meio, e no sentido de ‘disciplinar’ o decorrer da ‘obra’, publiquei uma serie de posts com o titulo ‘contagem decrescente…’. Mas, nem isso fez com que cumprisse o prazo para a conclusão da dita tarefa. Em resumo: quinze dias de volta do ‘kiko,mudeio quarto!’ e mais nove ou dez dias passados no ‘vale da calmaria’. Com toda esta actividade, inevitavelmente alguma coisa tinha que ficar para trás. Ficou o ‘coiso’ – o Tempos e Andamentos. Porém, já estão em fase de montagem algumas reportagens que relatam tanto do ‘kiko,mudeio quarto!’, como dos tempos passados no ‘vale da calmaria’… vamos ver…
[ ... não prometo… mas vou tentar escrever… nos próximos dez dias… (vá! – oito dias)… até lá … sejam felizes ... ]
[ uma trabalheira ... já nem sinto os ossos ... mas não deixa de ser motivante ... espero colocar aqui algumas fotografias ... até lá ... continuo agarrado às tintas, às trinchas, aos rolos e ao pincel ... ]
[ a pedido de muitos 'lunáticos' que 'invadem' o painel de bordo em busca das (mais) variadas ' luas cheias ' deixo a respectiva informação e agradeço desde já o vosso contributo para a estatística do blog ... ;) ]
we know a place where no planes go
we know a place where no ships go
hey! no cars go
hey! no cars go
where we know
we know a place no space ships go
we know a place where no subs go
hey! no cars go
hey! no cars go
where we know
hey! us kids know
hey! no cars go
where we know
between the click of the light and the start of the dream
i don’t want any pushing, and I don’t want any shoving.
we’re gonna do this in an orderly
manner. women and children! women and children! women and children,
let’s go! old folks, let’s go!
São 04:00 p.m., o kiko dorme a sesta, encontro-me num profundo silêncio. Vou aproveitar este silêncio e tentar escrever sobre algo que trago dentro de mim, há demasiado tempo. Não é nada relacionado com a vida familiar, mas sim, com uma misturada de sentimentos que se envolvem entre a minha vida profissional e eu próprio. Bem, para ser um pouco verdadeiro (para comigo) talvez influencie de uma maneira ou de outra, a relação com o ambiente familiar, mas sem grandes ‘beliscadelas’. Por norma, sou sempre eu que fico ‘tocado’ e fechado em mim mesmo, o que não abona em nada a ‘higiene’ mental. Pois é, de facto, a minha vida profissional já viveu melhores tempos, se é que ainda se pode chamar ‘vida profissional’ ao pouco que vai persistindo. Como costumo dizer aos que me são próximos “estou a fazer o ‘luto’ da dita”. Quero acreditar que este ‘luto’ que já dura há quase um ano, está prestes a terminar. Curiosamente, está a fazer por esta altura onze ou doze anos que iniciei esta etapa (que agora se finda). Foi mais uma fase, da qual não me arrependo nada, pelo contrário, foi o resultado da fuga da fase anterior a esta. Um pouco confuso?! Pois bem, sinto que actualmente estou a atravessar o mesmo ‘momento’ que ultrapassei há uns anos atrás. Embora por razões diferentes. Na altura tinha um emprego (era mais ‘trabalho’ do que emprego) «via o nascer do Sol e nem sempre chegava a tempo para ver o pôr-do-Sol» não tinha nem filho nem mulher. Vivia exclusivamente para mim e para os meus ‘devaneios’. Entre o trabalho e a vida privada, não sobrava muito tempo para parar e pensar que ‘vida era a minha’. Coisas próprias da idade. Num certo dia, encontrei alguém, fruto do acaso, que veio alterar a minha vida quase radicalmente. Escrevo ‘radicalmente’ porque embora continuasse a ser a mesma pessoa, com os mesmos defeitos, as mesmas virtudes e os tais ‘devaneios’ ou ‘desvairos’, encontrei algo que nunca tinha saboreado – o sossego de uma noite passada a dois, em casa – o sossego do nosso lar. Digo sossego no sentido em que encontrei espaço e tempo para pensar ‘que vida é a minha’. Foi nesses entre tantos que descobri que para levar a bom porto a minha vida, teria que alterar a outra – a profissional, que pouco me realizava e que perdurou tanto tempo (6 anos) a coberto dos tais ‘devaneios’. E assim foi. Passei um risco nessa vida profissional e iniciei outra – esta que agora está prestes a acabar. Esta que tanto trabalho me deu, que tantas chatices me deu, que tantas alegrias me deu, que tanto dinheiro me deu (sem ele não sei como estava agora) que me proporcionou conhecer tantas coisas novas (daquelas que não estão ao alcance de todos), que tantas noites mal dormidas me deu, que me fez correr que nem um louco todos os sete dias da semana, que me impediu tantas vezes de tirar férias quando me apetecia, que me proporcionou ser ‘dono’ do meu tempo e do andamento da minha vida. Que me impediu de ser um pai a tempo inteiro, porém, esforcei-me e consegui (acho) ser o mesmo amante de sempre… foram tantas as coisas boas e algumas menos boas que este trabalho me proporcionou. Mas, é assim! Nada é definitivo! Vou mudar de vida. Vou recomeçar de novo. Confesso que estou completamente ‘acagaçado’, ansioso, mas também desejoso de recomeçar com este novo projecto. Na verdade são dois projectos que estou a ‘magicar’, vamos ver… o tempo dirá…
Contudo, é com alguma tristeza que termino mais esta etapa. Embora não tenha sido motivada por mim, mas sim pelos tempos que a profissão atravessa, sinto que há males que vêm por bem. Só o facto de ter tempo (de sobra) para viver, para brincar, para passear, para ler histórias ao kiko, para ir à praia, para criar um ‘berloque’, para rever amigos e para estar com o meu filho… tudo isso vale mais do que tudo aquilo que estou a perder a nível material ou financeiramente…
No fim, quando olho à minha volta, quando olho para o Mundo, acho que sou uma pessoa com sorte por tudo aquilo que tenho, por tudo aquilo que alcancei…
[ comecei a escrever este texto na passada quinta-feira (23/07) só hoje o consegui acabar, resultado de alguma ponderação interior e de outras exteriores... ]
I am floating and adrift in a sea of joy
Looking at the stars
Forgot so many stars
Palm trees silhoutte
It's torn and dark out of the sky
I'll take you higher
Please come with me
Just me and you, floating in this space
Just me and you...
Floating in this space
Close your eyes and lean on me
Cool and calm, the water is
Take me higher
I'll come with you
Just me and you, floating in this place
Just me and you...
Floating in this place
When on land, with this strange cargo
We were from the stars
Do you remember that?
We were from the stars
Do you remember that?
natural calamity
[ os 'lunáticos' que me perdoem a fotografia do 'tube', mas foi o único que encontrei com esta 'canção' ... ]
Ontem, quando atámos uma fita - do tipo ‘nosso senhor do bonfim da baia’ -, no pulso da mão direita do kiko para judá-lo a saber qual o lado direito e o lado esquerdo (anda com a ideia ‘fixa’ que se esquece…):
jc: Essa pulseira é fantástica, é daquelas que só tiramos quando já estão muito velhinhas – daqui a muitos anos…
É assim que me tenho sentido desde sábado à noite – não sei se vazio de sentimentos, se cheio de lágrimas por esvaziar. Sei que não tenho estado bem comigo próprio. Sei que a culpa deste (quase) vazio interior – é minha. Sei que por vezes não sou compreendido. Sei, também, que nem sempre me esforço o suficiente para ser compreendido pela outra parte… ando nisto há duas noites e não encontro resposta para o meu estado psicológico. Se por um lado, o telefonema que recebemos na sexta-feira à hora de jantar (que nos caiu dentro do prato) foi um enorme balde de água fria, por o outro, a conversa que estávamos a ter no sábado à noite (depois de jantar) e que interrompemos ainda não sei bem porquê, e que ainda não retomámos… não sei… não sei o que se está a passar. Sei que a semana que passou foi preenchida de noites inesquecíveis… noites de amor intenso… noites que sempre fizeram parte deste nosso caminho que traçámos e que nos esforçamos para levar - sempre – a bom porto… porto de abrigo, que tão bem sabemos onde fica… fica na fronteira que une o nosso companheirismo ao nosso amor… fronteira que não nos separa, mas que nos une cada vez mais, quanto mais tempo vivemos, mais ela nos vai juntando, um ao outro… mas, então qual o motivo para este meu estado de fragilidade, de tristeza, de agonia… hoje passei o dia todo com o kiko, aliás vou passar a semana toda com ele do meu lado, a tempo inteiro… mas nem isso me está a motivar a apagar ou melhor, a preencher este vazio que insiste em ’viver’ dentro de mim… desde aquela noite de sábado passado…
É verdade que ontem me perguntaste se estava chateado. Respondi que não, que me achava triste…
Que esta noite nos encontremos, que nos abracemos, que a (aquela) conversa seja retomada, que seja devidamente terminada… acabada… da maneira como tanto gostamos e que sempre norteou a nossa vida…
[ são 08:52 p.m. estou no escritório, à pressa para ir cozinhar o jantar. este texto foi escrito ao 'correr da pena', ao correr do que vai na alma, na mente, na razão... qualquer erro é sinal de espontaneidade... ]
[ sacana do 'gravatar', passados 2 dias da alteração feita, só hoje resolveu dar sinal de vida na caixa dos comentários... estou desconfiado que foi da praia... ]
a todos aqueles que não tiveram o prazer de conhecer o antigo ‘avatar’, aqui fica ele:
[ em novembro regressa ao activo para a época de inverno... ]
well! após quase 5 horas do xixi » cama, aqui estou… fresco que nem um damasco… lá fora, já está um calor danado… estou desconfiado que vai estar um belo dia de praia… a ver vamos…
Deixo aqui, como curiosidade, uma parte dos resultados obtidos com os posts sobre a ’lua cheia’ de Julho. Dão, quase, para todos os gostos e ‘feitios’:
lua cheia em Julho \ lua cheia de Julho \ lua cheia 7 de Julho \ lua cheia Julho \ luas cheias para Julho \ lua cheia julho 2009 \ lua cheia \ lua cheia em julho de 2009 \ lua cheia 08 julho 2009 \ lua cheia de julho 2009 \ dias lua cheia Julho \ dias lua cheia Julho \ lua cheia 08/07/2009 \ quando e a proxima lua Julho \ lua 10 julho \ proxima lua cheia julho 2009 \ quando proxima lua cheia julho 2009 \ primeira lua cheia de Julho \ término da lua cheia em julho 2009 \ lua cheia em julho e Agosto \ 09/07/2009 lua cheia (etc, etc…)
Aproveito e gostava de informar quem procurou (hoje) por “próxima lua cheia de Julho de 2009″, só para o ano é que há mais. A ‘lua cheia’ de Julho deste ano (em Portugal) - já era… finou-se… ’transformou-se’ em quarto minguante…
[ efectivamente, foram os posts mais concorridos desde a abertura do 'berloque', quem haveria de dizer... ( a 10 cêntimos por entrada... é uma pipa de massa...) ]
CENSURADO: por alegada ausência de sanidade mental do seu autor…
(em 17-07-2009 \ 12:07 p.m.)
DES’CENSURADO : por alegada recuperação de ‘parte’ da sanidade mental do autor…
Fartei-me da palhota que tinha no meu avatar. Coisa estranha ter colocado uma palhota a comentar (?). A culpa é do header que coloquei aqui, faz hoje três meses.
Em pleno Verão, o que mais se vê por aí são palhotas ou colmos, como queiram chamar. Devido a isso, estou cansado de ver a ‘gaja’ nas caixas dos comentários de certos blogues. Possivelmente, por culpa da tipa, devo ter ganho uma alcunha do género: ’o palhotas’…
Agora, a título de revelação, o avatar sou Eu – o jc. Devidamente caricaturado pelo Coto em 1997 (no século passado, portanto) no Café O’Reilly, em Havana.
Para ser franco, nunca achei que fosse parecido comigo, mas sou eu… doze anos mais novo, doze anos mais parvo, com um ‘ar’ mais pesado… Sendo que àquela época achava-me com 18 anos, agora julgo-me com 23…
Por isso, se sentirem a falta da sombra da palhota, têm bom remédio: compram um boné… também pode ser um ‘panamá’… ou um daqueles charmosos chapéus de abas largas em ‘palha suave’, que eu tanto gosto de ver nas ’senhoras’… tornando-as ainda mais elegantes…
Em alternativa, passem por aqui e aconcheguem-se na sombra da ‘palhota’ do header…
[ confesso que já fui feliz debaixo desta 'palhota'... ]
Nunca tive apetência para a poesia. O único poeta que conheci até hoje foi o c.g. – o avô materno do kiko. Um verdadeiro poeta. Não tem obras publicadas comercialmente, mas já publicou algumas por sua conta, pagas por si. Poema que dedicou à vida, palavras que lhe saem da alma a todo o momento. Poemas que foram dedicados às suas mulheres, outros aos seus amigos e alguns ao seu neto. São estes últimos que mais me marcam. Esses, e os que escreve aos amigos, onde também me incluo. Mas, não é sobre o c.g. (talvez o meu melhor amigo) que aqui venho escrever (esse texto ficará para outra altura, até porque carece de um enorme exercício de paz interior). Iniciei este curto texto, afirmando que nunca tive apetência para a poesia – é verdade, embora por vezes quando começo a divagar alguém me chama à atenção: – ‘estás armado em poeta, ou quê?…’ Porém, como tudo na vida, começo a alterar esse sentimento. Começo a ler os poetas de outra forma. Tomo o gosto por textos que estimulam os sentimentos, os sonhos, as verdades interiores, os desgostos mais íntimos, as emoções do espírito. Já sinto alguma inveja (da boa) daqueles que exprimem em palavras tudo aquilo que lhes passa pela alma, de uma forma bonita, rude, frontal e honesta. Gosto de saborear as palavras, uma a uma, percebe-las, entende-las e assimilá-las como se fossem minhas, mas é com muita pena que não o são. Tenho que agradecer a alguns blogger’s por aquilo que escrevem. Não os conheço, não sei quem são, onde vivem nem a sua idade, mas tem sido graça a eles que começo a ser estimulado para a escrita. Começo a ganhar gosto em escrever o que me passa pela alma – e são tantas as coisas. Contudo, tenho bastante dificuldade na escolha da palavra certa e correcta, adequada e ilustradora dos meus pensamentos, torna-se muito difícil transpor para a ‘folha branca’ o mar de sentimentos que me afogam a alma. Preciso de ler mais. Muito mais… Não vou dizer quem são esses blogger’s, até porque eles nem imaginam que eu passo horas a lê-los às escondidas. Ando a tomar coragem para os comentar. Bem, já comento pelo menos um, mais propriamente ‘uma’, poeta das emoções (se ela me estiver a ouvir, sabe quem é). É verdade confesso, foi com esta ‘franja’ de poetas da blogosfera que iniciei o meu gosto pela palavra do ‘poeta’… pela magia das palavras…
É curioso, principalmente vindo de mim, gajo que enche (ou enchia) caixas de sapatos com os bilhetes dos concertos, observar – satisfeito – as imagens dos resumos das actuações que se estão a realizar no optimus alive!09 (via sic). Confortável, com o portátil (quase fixo) na mesa da sala e com os auscultadores nas orelhas… na boa da verdade estou demasiado contido. Julgo que não aguento muito mais sem ir a um concerto rock – a bem da sanidade mental. Da próxima semana não passa, com ou sem convite, sozinho ou acompanhado, lá estou eu. Pois é, bem sei que isso dos festivais é uma espécie de programa de televisão: abre portas, mete musica (ambiente), o início do concerto, o fim do concerto, a publicidade, os consumos variados, início do concerto, fim do concerto, publicidade, pão com chouriço, cerveja, etc, etc …. os concertos nos festivais (não me convencem) não são a mesma coisa. Salvo, os realizados nos palcos mais pequenos. Conseguem, por vezes, até ser impessoais – claro que o público vibra, salta, grita… – mas são diferentes daquilo que eu gosto num concerto de rock, com uma banda principal, uma banda de abertura… já para não falar na intimidade que um concerto, numa sala ‘fechada’, ‘pequena’ e ‘acolhedora’… pode proporcionar.
[bem!... bom, bom... é estar a acompanhar os ‘festivaleiros’ pela televisão, fazer uma pausa, ir aconchegar o kiko que já dorme, desligar o cantante (que está mudo) e apagar a luz...e agora, nas orelhas os jane’s addiction, são 01:32 a.m...]
Na semana passada recebi mais um exemplar do dito ‘semanário‘ - gentilmente oferecido pelo Grupo Impresa. Traz mais ’pérolas’ do mundo cor-de-rosa, porém, vou guardá-lo para uma outra oportunidade. Hoje, como quase sempre, faltam-me as palavras…
Com a devida vénia, deixo este texto retirado do ‘berloque’ anadeamsterdam (espero que a Ana Cássia Rebelo não se importe). É um texto que gostaria de ter sido eu a escrever, aliás, como quase tudo o que a Ana escreve. Mas, infelizmente não consigo passar para texto tudo o que me passa pela mente. É uma falha. Ainda assim, sei a tabuada toda dos nove…
“O Cláudio Ramos escreveu um romance. Chama-se “Abraça-me” e tem honras de destaque nas vitrines das livrarias Bertrand. Gosto do Cláudio Ramos porque ele me faz lembrar o meu sobrinho Eduardo que é muito católico e maricas. Estuda comunicação social, nunca leu um livro na vida e acha que a vida se resume às telenovelas da tvi e às parangonas das revistas cor-de-rosa. Não sei se o romance do Cláudio Ramos é bom ou mau, mas tenho a certeza de que o Cláudio Ramos faria uma capa da Playboy mais interessante e apelativa do que a tal Rita Mendes.”
Ok!
Ganhaste!
Continuas aí!
Ao meu lado direito...
Não te apetece ir embora...
És uma óptima companheira...
Discreta...
Acredita!
Não sei como ‘tirei’esta fotografia,
Mas,
Gostei!
Pura ilusão...
[Este é o último post desta série de ‘Luas Cheias’ de Julho. Para o ano, por esta altura, há mais - se não for de férias ou se ainda por aqui andar... Aproveito e agradeço mais uma vez ao ‘google’, por ajudar os ‘perdidos’ que procuram a ‘Lua Cheia de Julho’... aproveitem...]
Hambúrguer ‘fresco’ (picado no talho), ‘grelhado’ na chapa, com a cebola ‘dourada’ em azeite virgem extra, devidamente ‘afogada’ em cerveja, até apurar. O queijo quase ‘derretido,’ o pão quase ‘torrado’, a mostarda e o ketchup (picante) ‘envolvidos.’ Acompanha com batata tipo pála-pála, salada de alface com cebola e orégãos, e uma cerveja ‘gelada’ …
Estou tramado com esta gaja – a ‘Lua Cheia’ de Julho. Vou lá fora, levo os auscultadores postos nas orelhas, tocam os Goldfrapp e o seu álbum ‘Felt Mountain’, acendo um cigarro… olho para ela…
Uma verdadeira tortura… um autêntico suplício…
Cá dentro, o vento afasta a cortina, a ‘tipa’ aparece do meu lado direito …
[p.s. – agradeço a todos os visitantes que por aqui passaram, ontem e hoje, em ‘busca’ das «luas cheias de Julho». Promoveram uma audiência dos diabos. Thank you... e voltem sempre, são bem vindos... ]
Pela primeira vez, em 15 anos, não estamos de férias nesta altura do ano. É estranho – nos próximos anos não podemos voltar a falhar. Só nós sabemos a falta que nos faz estes dias de férias tirados em Julho. Nesta madrugada, enquanto admirava a Lua Cheia, senti uma espécie de melancolia, por não poder contemplar o seu esplendor e o seu reflexo no Mar. Foram quinze anos, passados em sítios sobre o Mar, em lugares onde podíamos desfrutar o horizonte a partir da ‘varanda’, que alugávamos para a nossa estadia, para o nosso descanso, para o nosso namoro, para os nossos sonhos, para os nossos reencontros… Hoje de madrugada, enquanto observava a Lua, por vezes a espreitar entre as nuvens que a ‘afagavam’, pensei nesses momentos, nessas férias que passámos juntos nestes últimos anos. Pensei nas nossas conversas, ‘infinitas’, sob o olhar atento da ‘Lua Cheia’ de Julho. Os charutos que saboreei acompanhados de um uísque de malte depois de um jantar na praia. As risadas e as gargalhadas que dávamos com as parvoíces que eu dizia. Os passeios nocturnos. As noites em que nos enroscámos um no outro, sob o testemunho dos ‘raios’ atentos da Lua Cheia… em Julho…
[É verdade, nada me impede de ir ver os reflexos desta 'Lua Cheia' de Julho a incidirem sobre o Mar, mas não seria a mesma coisa. Vivo perto do Mar, mas não o suficiente para o presenciar da minha varanda...]
É a primeira vez,
neste Milénio,
neste Século,
que não observo a Lua Cheia de Julho,
de um sítio sobre o Mar...
É possível que sejam muitos mais anos,
seguidos,
sempre,
a contemplar a Lua Cheia de Julho,
de um local com vista sobre o Mar...
Hoje,
e,
quase sempre,
estou próximo do Mar,
mas não o vejo,
não estou suficientemente perto,
para sentir o luar,
no horizonte,
sobre o Mar...
ontem descobri este recorte de jornal, que me foi enviado por uma amiga há alguns anos e que fiz questão de guardar… não me recordo em que jornal foi publicado nem da data. mas creio que o estudo se mantém actualizado…
Não gosto de gajos maricas. Não! Não é dos homossexuais. É pior (lol). É daquele tipo de gajo ‘cagarolas’ que à frente são uma coisa e por trás são outra. E no fim, revelam-se uns verdadeiros ‘cabrõezinhos’. Na maioria das vezes, consigo detecta-los a milhas de distância (deve ser o meu lado feminino), mas por vezes (raras) sou completamente surpreendido pelos ditos sacanas hipócritas. Filhos de uma mãe. São o tipo de gajos que passam a sua vida ‘ridícula’ a cheirar a ‘peida’ dos seus superiores hierárquicos, de forma a atingir os seus fins. Hoje tive a desagradável surpresa de me aperceber que andei enganado nos últimos seis anos. Sacana! Detesto pessoas falsas. No princípio, o ‘interesseiro’, estava numa posição de quarta ou quinta linha hierárquica, numa instituição, que porventura é cliente do escritório. Um cliente muito bom, diga-se de passagem. Bem, já foi melhor cliente… adiante, houve tempos em que numa perspectiva de fornecer serviços ainda mais eficientes, de qualidade elevada, com uma margem minima de erro, concordei em colaborar num dito projecto-piloto. Agradeci, como é evidente, até porque num universo de quarenta e tal fornecedores, fui o único escolhido. No início, as propostas desenrolavam-se, as reuniões prosperavam e os almoços acompanhavam. O ‘cabrãozinho’, em quatro anos saltitou de ‘pelouro’ em ‘pelouro’. Sempre que necessário, telefonava-me, tipo off-the-record, no sentido de ganhar alguma vantagem, internamente, no que se referia a novas propostas. Eu, inocentemente, lá fui cooperando com o dito… sendo que o ’falso’ conseguiu atingir o lugar que tanto ambicionava. Está actualmente numa posição de segunda linha, abaixo da administração. Nesta actividade que exerço (cada vez menos) e que não quero revelar qual é, são muitas as situações que acarretam custos acrescidos, por variados motivos, que carecem de autorizações de forma a serem assumidos por alguém (obviamente, sempre que o erro é ‘nosso’, assumimos os custos sem margem para dúvidas). É referente a uma dessas situações, relacionada com custos, que num passado recente, o ‘sacaninha’ fazia tudo o que estava ao seu alcance para que o seu superior autorizasse, e agora a coberto do correio electrónico recusa-se a autorizar. É verdade, o maricas tanto ‘cheirou’, que conseguiu lá chegar. Agora é ele que está no lugar. É ele que autoriza. Se no passado, eram telefonemas para aqui, telefonemas para ali, no sentido de obter autorizações superiores, agora nicles… email para frente, email para trás, não autoriza nada, não atende telefones, não está para ninguém… e curiosamente, nada disto tem haver com a crise que atravessamos, é o gajo que é um cagarolas. O gajo tem medo, é um inseguro da treta, falta-lhe ‘bagagem’. Hoje, passados três dias de troca de emails, ainda não consegui falar com o dito (deve ter saudades dos almoços pagos em restaurantes de primeira classe). Continuo a aguardar uma justificação plausível para uma porcaria de um custo de ‘cento e tal euros’… cá no meu íntimo estou a borrifar-me para os ‘euros’, contudo, faço questão de dizer pessoalmente àquele gajo, que não tenho por hábito engolir sapos… de ninguém…
só na passada madrugada, tive o prazer de ver este filme. já muito se escreveu sobre ele. quero apenas deixar a minha modesta e curta opinião: é um filme que relata sobretudo uma bonita história de amor…
hoje de manhã, acordei com os gritos na cabeça. são 04:25 p.m. e não os consigo esquecer:
não posso deixar de agradecer ao fornecedor de internet, o facto de ter ficado ‘pendurado’ durante quase oito horas. o respectivo processo vai a caminho… estou desconfiado que está a tentar ‘impingir’ isto. sacana…
been trying to meet you
hey
must be a devil between us
or whores in my head
whores at my door
whores in my bed
but hey
where
have you
been
if you go i will surely die
we’re chained
uh
said the man to the lady
uh
said the lady to the man she adored
and the whores like a choir
go uh all night
and mary ain’t you tired of this
uh
is
the
sound
that the mother makes when the baby breaks
we’re chained
resultado final: menos um. menos aquele que come a ‘papinha’ toda até ao fim (coisa que nem o kiko faz) e que gosta de tourada. foi-se. demitiu-se. palmas… bis… bis… queremos mais… demissões… demitam-se …
passados quase três meses da publicação do primeiro post ‘a título de teste’, o painel de bordo indica 1000 cliques. fantástico! nunca pensei… bom, é verdade que desses mil acessos, oitocentos e muitos são meus, quanto ao resto, presumo que sejam de dois ou três blogger’s que passam por aqui – ainda não sei bem porquê.
confesso. estou a gostar disto, prometo que vou ler mais livros e tentar escrever alguma coisa com pés e cabeça…
começo a recuperar alguma ’sanidade mental’…
aproveito e agradeço a todos que têm por hábito comentar - tu sabes…
venho por este meio lançar um repto aos fumadores de cigarros, cigarrilhas, charutos, ganzas e afins. por favor, quando fumarem na praia não deixem as beatas ou os restos das cigarrilhas na areia. vá lá, não façam essa merda isso. é uma nojice. é prejudicial para o ambiente e desconfortável para quem chega a seguir. façam como eu, que gamei meia dúzia de cinzeiros de praia (nunca os vi à venda), guardei um, em cada ‘saco’ de praia, de forma a não me esquecer de o levar. e já está. no fim do dia é só despejar no caixote que estiver mais perto. no meu caso, que fumo que nem um camelo, faço duas viagens ao caixote do lixo. é muito higiénico, o cinzeiro não fica sujo, dado que a areia colocada no seu interior trata dessa parte, de não sujar. se porventura, ainda não tiveram a oportunidade de gamar um cinzeiro de praia, utilizem um copo de plástico cheio de areia ou uma lata de cerveja ou de refrigerante que produz o mesmo efeito. mas, não sejam ‘porquinhos’. até porque nas vossas casas não apagam as beatas no chão, pois não ?…
fico danado, a corroer-me todo por dentro, quando vejo pessoas ‘parvas,’ comodamente a enterrar as beatas no cantinho da areia mais próxima da toalha ou da espreguiçadeira, como se nada se passasse. por sinal, na mesma areia onde os filhos brincam…
todas as semanas recebo na caixa do correio um exemplar do ’jornal da região’, gentilmente oferecido pelo dr. pinto balsemão. uma das páginas, por norma, é dedicada à tertúlia cor-de-rosa. sou fã, ‘devoro’ aquilo tudo até ao fim - acho o máximo! - até porque muitas das referências que lá constam não vêm nas revistas que habitualmente leio, enquanto tento libertar resíduos tóxicos, no ‘escritório’. hoje, não resisto e transcrevo isto:
“filipa de castro, antes de ser casada com beto, foi esteticista no salão de marina cruz. quem o diz é a própria marina cruz! (…) filipa de castro diz que deve haver um pequeno engano. diz que foi massagista, trabalhou numa loja de roupa, mas esteticista nunca foi na vida dela!” (cláudio ramos)
quem é o cláudio ramos? quem é a filipa de castro? e qual o motivo para não assumir a profissão de esteticista? não é tudo o mesmo? não é tudo estética e bem-estar?…
‘peneirices’, é o que é …
no mesmo ’semanário’, noutra semana, li o seguinte:
“estou melhor do que antes” (pimpinha jardim, na vidas)
fez-me lembrar a outra senhora – aquela que levou o ’pónei’ aos globos de ouro: “estar viva é o contrário …
acabei de consultar a desgraçada da conta bancária. surpresa!!! os panisgas do fisco já devolveram a massa que retiveram o ano passado. sacanas. dei-lhes cinco dígitos e só me devolvem quatro. dassss…
adoro segundas-feiras chuvosas. talvez porque não tenho de enfrentar trânsitos caóticos para aterrar no escritório. por vezes, nem ponho lá os pés, fico em casa a trabalhar ou a fingir que trabalho (coisas de patrão). hoje, logo pela manhã diverti–me imenso com esta história da segunda-feira chuvosa e dos atrasadinhos aflitos para chegar ao seus locais de escravidão. tão desesperados que andam, que buzinam a tudo o que não mexe na estrada… pois bem, estava eu a ‘entregar’ o kiko no colégio, debaixo de uma grande chuvada (sem chapéu) e o meu carro a impedir o escoamento do trânsito, que porventura se restringia a uma única carroça. quando o animal – o condutor da carroça, começa desvairadamente a buzinar. buzinou tanto que ficou rouca… e só demorei dois ou três minutos. ainda acenei a pedir desculpas, mas nada, continuou estrondosamente com as patas em cima da buzina. tramou-se. os cerca de quinhentos metros de estrada de uma única via de um só sentido que se avistavam até ao próximo cruzamento, transformaram-se em mais de três quilómetros a percorrer a cinco à hora. deu para fumar calmamente um sg ventil, deixar o carro ir abaixo, telefonar para o escritório e atender uma chamada de um gajo que é um grande melga…quase que deu para acender um segundo cigarro, tanto foi o martírio que o senhor teve. bufava, espumava e esperneava tanto que não lembrava ao diabo. e o raio da buzina, rouca de tanto gritar, já não lhe valia de nada. pois é, pois é, c’os diabos, há dias assim…
não é para me gabar, mas (há pouco ao jantar) estes camarões estavam deliciosos. utilizei três tipos de camarão. a uns tirei a ‘casca’ toda, outros ficaram só com os ‘rabos’ e os outros com cabeça e rabo (descasquei apenas o lombo). no tacho coloquei os alhos em camisa, o azeite virgem extra, a folha de louro e juntei a cebola, devidamente picada - mas, só depois de estarem no meio termo (meio fritos). no fim, ’flambeei’ com brandy constantino (o jack daniels tb serve). já na mesa acrescentei folhas de hortelã ‘verde’. acompanhou com arroz ’simples’, e, um ’modesto’ vinho branco… do douro…
[não!... isto não é um blogue de culinária... mas não resisti...]
não podia deixar passar este dia em branco. hoje é o dia do vinho. comemora-se todos os anos, no domingo mais próximo de 1 de Julho. teve o seu início em 2004. o dia do vinho pretende divulgar e promover o vinho português, dando a conhecer o vinho na origem, através dos seus enólogos e produtores. um pouco por todo o país, quintas e adegas abrem as suas portas a todos os visitantes. sendo também desenvolvida uma campanha de sensibilização para venda de vinho a copo, junto dos vários estabelecimentos de restauração. o que é óptimo para o cliente…
vá! ‘bora lá!…’ beber um copo de vinho. já sabe, se beber não conduza, vá a pé…
[nota: as comemorações tiveram início na passada sexta-feira… por mim, comemoro dia sim dia não…]