


[ fotografias: 23/11/2009 - 04:30 p.m. ]
mais um ano, mais um dia…



mais um ano, mais um dia…
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Fez ontem seis meses que me despedi da Cuca.
A Cuca chegou para satisfazer o meu desejo de infância de ter um cão. A sua chegada proporcionou-se em Março de 1997, curiosamente no mês em que casámos – eu e a mãe do kiko. Casámos no dia doze, no dia catorze partimos para Cuba. Chegámos a 24 ou a 25 e nesse mesmo dia voltámos a partir para o ‘Vale da Calmaria’, para descansar e relembrar da viagem. No dia em que regressámos do ‘Vale’ fomos buscar a Cuca. Ainda não tinha completado os três meses de vida, nasceu a onze de Janeiro. Tão pequenina e tão deliciosa que só apetecia beliscá-la, abraçá-la, dar-lhe beijinhos, todos os mimos imaginários. Assim que chegámos à casa onde se encontrava, e ela nos viu, parecia que já sabia que a íamos buscar, que ansiava pela nossa chegada. A sua primeira acção foi correr para mim e desabotoar os atacadores dos meus sapatos. Tão engraçada, como quem diz: – Tu vais ser o meu dono, és tu quem me vai tratar, quem me vai levar a passear, quem me vai ensinar e educar, quem me vai deixar ser livre, quem se vai zangar quando eu fizer asneiras, quem me vai levar ao veterinário, quem irá nadar ao meu lado sempre que formos à praia, quem me levará para todo o lado, quem me irá proporcionar uma vida feliz e cheia de brincadeiras – tontas e aventureiras… Nesse mesmo fim de tarde levámos a Cuca à veterinária. [Veterinária que veio a ser a última pessoa a estar com a Cuca em vida. Pois, foi ela que lhe aplicou a dita injecção que a fez viajar para um sitio muito melhor do que este onde vivemos (digo eu).] Chegámos a casa à hora do jantar. A emoção de termos a Cuca era tanta que não deu para cozinharmos – fui buscar frango assado na brasa. Nessa altura a nossa casa ainda não tinha muita mobília – nem precisava, não gostamos de casas atulhadas com móveis desnecessários -, e optámos por comer na sala, tipo jantar volante, tendo colocado a ‘iguaria’ numa mesa pequena e baixa. Olhando para a altura da mesa e para o tamanho ‘minúsculo’ da Cuca pensámos: – ela não chega ao frango. Há pois não, foi virar costas e ver a Cuca aos saltos a tentar chegar ao frango assado. Por pouco tinha sido baptizada com frango. Mas não, mudámos o frango de sitio… Nessa noite e porque era o primeiro dia da sua vida connosco, resolvemos deixá-la dormir no nosso quarto. Colocámos o ‘Ali’ (nome que demos à sua cama) num canto do quarto. O que foi o mesmo que dizer que pouco dormimos nessa noite. A Cuca embora fosse uma cadela sossegada, era ainda uma cachorra, passou toda a noite aos pinotes a tentar saltar para a nossa cama. Parece que a estou a ver, tadinha. Nós bem que a mandávamos para o ‘Ali’: Cuca para o teu Ali, Vai! Vai menina! mas nada, ia e logo a seguir voltava aos pinotes ainda meio desengonçados – fruto da sua tenra idade -, para junto da nossa cama. A cama embora não fosse alta, tinha a altura suficiente para ela não conseguir saltar para cima…
A Cuca foi um presente de casamento que oferecemos a nós próprios. Foi uma companheira e uma testemunha das nossas vidas…
(continua…)
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’sensualidade’
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Possivelmente passou ao lado da maioria das pessoas, mas ontem – 16 de Novembro -, comemorou-se o Dia Nacional do Mar. Na boa da verdade também só me apercebi da ‘efeméride’ a meio da tarde. O Dia Nacional do Mar comemora a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, que entrou em vigor a 16 de Novembro de 1994. Este Dia pretende chamar a atenção para a importância da conservação e exploração dos recursos marinhos.
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Muddy Waters
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Confesso que foi a segunda ou terceira vez que almocei neste sitio… Não é nada de especial no que toca à ‘gastronomia’ – umas ameijoas ‘banais’ e um polvo grelhado no carvão, tenro e saboroso… A localização suaviza o espirito e a mente - sentem-se os salpicos de Mar na cara e os cabelos despenteados pelo vento… A ‘musica ambiente’ é o seu maior trunfo – O Mar.
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Pixies

Já faz vinte anos – parece que foi ontem -, que os os Pixies editaram o álbum Doolittle. Um marco na sua carreira, que já vai longa, embora com uma interrupção de quase onze anos. Para celebrar, estão na estrada com a Doolittle Tour. O ‘tube’ foi gravado no passado mês de Setembro em Paris, na sala Zenith…
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[ Tal como prometido, aqui fica a informação. ]
Ahhhhhhhh!!! e o Sp. de Braga também perdeu por 1-0 com o V. de Guimarães.
O mais giro foi o Spóting ter empatado a dois golos com o Rio Ave. E mais giro ainda, foi o facto de os adeptos do Spóting terem feito mais uma espera aos jogadores – com os respectivos insultos -, e proclamarem o regresso do Paulo Bento. Só posso dizer uma coisa: – Paulo Bento! Volta! Estás perdoado! (tantas alegrias que o Paulo Bento nos tem dado…)
[Agora! Bom, bom... seria o Glorioso ganhar ao Naval 1º de Maio... até pode ser (só) por 1 golo... ver vamos...]
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Ontem, domingo – 01 de Novembro -, não queria acreditar. Liguei o computador, iniciei o IE e apanho uma ‘chapada’ como já não apanhava há muito tempo. A homepage que inicia a navegação – um site de informação -, comunicava-me que o António Sérgio tinha morrido nessa manhã. Respirei fundo, cocei a cabeça, levei a mão à boca, voltei a ler e a reler, era a fotografia do António Sérgio que ali estava… ‘impossível ?!’ – pensei. Fui lá fora fumar um cigarro. Senti um nervosismo cá dentro. Estava confuso. O António Sérgio morreu. Foda-se, não pode ser – continuava a pensar, em choque. Voltei para dentro. Começo a percorrer todos os sítios na net que provavelmente já estavam a falar da sua morte. A mãe do kiko passava por mim olhando com cara de ‘o que é que passa?…’, mas nada me perguntava. Passei por mais de uma dúzia de sites e blogues. Todos falavam no mesmo, todos já estavam a prestar a devida homenagem ao António Sérgio. Só passado quase uma hora consegui pronunciar uma palavra. Estava em choque: – G! O António Sérgio morreu… e soltei uma lágrima…

O António Sérgio foi, tão, só o mais importante divulgador de música em Portugal. Esteve sempre à frente no tempo. Foi com ele que comecei a ouvir música. Tantas e tantas cassetes gravadas com os seus programas de rádio: Rolls Rock, Som da Frente, Lança Chamas, O Grande Delta (xfm), A Hora do Lobo e actualmente o Viriato 25 – na Radar. Faltou falar no programa Rotação (renascença), desse recordo-me vagamente de o ouvir – era demasiado novo na altura (finais dos anos 70). Estive perto dele uma meia dúzia de vezes – em concertos de rock, e uma vez nas instalações da Rádio Comercial. Uma pessoa extremamente simples. O Mestre – como era conhecido -, foi e será sempre uma referência para todos aqueles que gostam de Música. O Mestre foi um professor para quase todos os que alguma vez fizeram e fazem rádio. É impossível que alguém que goste de música não saiba quem é O Mestre. A sua locução – a voz grave, inimitável, sempre fez ‘inveja’ a todos os que gostam de rádio. Eu falo por mim. A Rádio jamais será a mesma sem a sua presença, sem a sua partilha de conhecimento … (mais uma vez falo por mim). Acompanhou-me durante quase trinta anos da minha vida. Tenho de lhe agradecer pelo bom gosto musical que sempre me incutiu…

Sinto que perdi um amigo…
Um Grande Bem Haja ao Mestre – O Lobo
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shooting stars
Bag Raiders
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Aiiiiiiii… Jesusssssssss…

retirado do HenriCartoon
Pois é, pois é… tomaram-lhe o gosto [
] e agora é o que se vê… até parece que à «dúzia» sai mais barato…
Bom, na verdade foram só cinco…
[ Conferir aqui ]
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O estado a que chegou a caixa de comentários do ‘berloque’ …
Valerá a pena retirar as teias de aranha ?!
Pelo sim, pelo não - vou deixar ficar, não vá o diabo tecê-las…
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retirado do cartoonices
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Pude agora verificar no painel de bordo em ‘Termos nos Motores de Pesquisa’ que alguém (?) escreveu a seguinte frase «chave» : “penis cortado” …
[ isso!!! "pénis cortado" ... e o pior!!! Veio aqui parar !? ... ]
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[ o dia de hoje, correu muito bem... muito bem, mesmo... do melhor... ]
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[ milagre da vida ... ]
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Esta canção é dedicada à mãe do kiko e ao kiko (e a mim, também). Mesmo com todas as lágrimas que já nos fez ‘escorrer’ pelo rosto…e ainda faz… Nunca será apagado da nossa memória, o concerto de Dezembro de 2003, em Lisboa, incluído na digressão de onde foi retirado este ‘tube’. E aí, principalmente, derramámos lágrimas… sentidas por coisas que só nós sabemos… que (nós) passámos juntos… que (nos) reforçaram ainda mais… no nosso percurso… no nosso caminho… na nossa vida… sempre. Adoro-vos
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Se o Pedro Abrunhosa fosse ao ‘ídolos’, não passava!
O tipo tem uma escrita fantástica, mas cantar…
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Há blogues que parecem uma árvore de Natal…
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Hummm…
O jantar ou o petisco de ontem foi do melhor. E tudo graças à Maria (a minha peixeira) que me ‘impingiu’ o resto dos carapaus do tipo ‘jaquinzinhos’, que tinha na bancada. Nunca tinha cozinhado tal coisa, mas garanto que a experiência correu pelo melhor. Tirando a parte de fritar o peixe, claro.
Primeiro salguei os ‘tipos’, depois de devidamente ‘amanhados’ e limpos pela Maria – que arranjar peixe não é comigo - enfarinhei os jaquinzinhos e jás!!! Fritadeira com eles. No fim fritei o pão (importado do Cercal) cortado em fatias muito finas. Num tacho de barro à parte, fiz um saboroso arroz de pimentos que ficou um espectáculo. Acompanhei com uma salada de alface e cebola com orégãos, azeite e vinagre. Nos copos servi um modesto vinho branco fresco – Alentejano.
O melhor do petisco, foi o facto de o kiko que até não gosta muito de peixe (principalmente peixe frito) se ter deliciado com os ‘bichos’. Comeu tudo - cabeça, tronco e membros – tal como o pai gosta e lhe ensinou. Pudera, estavam crocantes como o diabo…






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Um destes dias em que o kiko só fez asneiras – próprias da idade, e pelo ‘meio’ da inevitável ‘birra’ disse qualquer coisa à mãe num modo a roçar (alguma) falta de educação:
mãe: kiko, não voltas a fazer isso!…
kiko: mas, mãe…
mãe: … e não voltas a falar assim com a mãe! está bem?!…
kiko: mas, mãe…
mãe: … se não, obrigo-te a ‘tratares-me’ por – você!…
kiko: Mãe!… Isso não!!! Não quero que te chames Você!!!…
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this mortal coil
O original é pertença de Tim Buckley - veja e oiça aqui (muito bom!)
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[ ... aproveito e informo os estimados ouvintes que sempre que o fcporto não ganhe, terei todo o gosto em vir aqui informar ... ]
(p.s.) – espero, pelo menos uma vez por mês – o ideal seria todas as semanas.
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[ ... palavras (presas) que teimam em não sair ... ]
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pintura: avó do kiko / 1994
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é tão bom acordar às 7 da manhã - com o som dos trovões - ficar na cama até às nove, ir lá fora e contemplar o que ’resta’ da tempestade madrugadora…
[ hummmm ... ]
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desconfio que ando a ser discriminado pelos bloggers… por ser um wordpresser…
que se f-o-d-a !…
também sei que o ‘coiso‘ não vale um c-a-r-a-l-h-o !…
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acabei de colocar – ali – na barra lateral: Ooo, ooops! mas sem o dito ( )…
gosto de coisas simples…
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são 8.00 p.m. liguei agora a televisão no canal da ‘moura de guedes’ e não é que os ‘brasileiros’ já estão a perder por 1:0 ao intervalo … vai entrar o ‘português’ liedson… ver vamos…
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também consegui recuperar ‘este‘ …
(estou mesmo feliz…)
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consegui recuperar este ‘tube‘ …
o sacana tinha desaparecido há que tempos …
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Estimados e estimadas ouvintes
Como é notório, este espaço do tipo ‘blog’ tem andado pelas ’ruas da amargura’. Perdeu, de certa forma, o rumo que vinha sendo habitual. Toda esta situação, da qual desde já apresento as minhas desculpas, foi motivada pela ‘season’ que agora findou. Estive bastante ocupado com o ‘kiko, mudei o quarto!’, aliás, esteve previsto três a quatro dias para a sua conclusão, quando na realidade foram quinze (isso, quinze…) dias, o tempo despendido neste projecto que me deu uma enorme satisfação a realizar. Pelo meio, e no sentido de ‘disciplinar’ o decorrer da ‘obra’, publiquei uma serie de posts com o titulo ‘contagem decrescente…’. Mas, nem isso fez com que cumprisse o prazo para a conclusão da dita tarefa. Em resumo: quinze dias de volta do ‘kiko, mudei o quarto!’ e mais nove ou dez dias passados no ‘vale da calmaria’. Com toda esta actividade, inevitavelmente alguma coisa tinha que ficar para trás. Ficou o ‘coiso’ – o Tempos e Andamentos. Porém, já estão em fase de montagem algumas reportagens que relatam tanto do ‘kiko, mudei o quarto!’, como dos tempos passados no ‘vale da calmaria’… vamos ver…
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vale ‘tecnológico’
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‘vale da calmaria’
[ ... por entre vales e montes ... sempre com o Mar no horizonte ... ]
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Fui afogar o cansaço …


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kiko, mudei o quarto!
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martha & the muffins
‘ echo beach ‘
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empire of the sun
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james
ape
your father’s sins
your mother’s
mood swings
to perfection
fall
into a spin
shed another
skin
strip away all your protection
[ ... ]
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Óohhh benficaaaaaaaa …

é favor clicar aqui
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no cars go
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Parece que afinal correu tudo bem…
Os ‘caranguejos’ aproveitaram o tempo fresco e rumaram ‘todos’ para Sul…
No stress…
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the greg kihn band
‘ the breakup song ‘
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estou cheio que nem um urso ! …

início: 01:00 p.m.
fim: 05:00 p.m
ementa: robalo de Mar com 1,3 kg para dois (‘escalado’ no carvão) vinho branco…
resultado: ’pança’ cheia de peixe, boa conversa e projectos à vista…
06:00 p.m. : uma água com gás …
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Tenho pena que alguns ‘tubes’ comecem a desaparecer…
Sacanas!…
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alô ! alô ! …
dona Rosa ! … a sua filha chegou do Brasil ! …
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São 04:00 p.m., o kiko dorme a sesta, encontro-me num profundo silêncio. Vou aproveitar este silêncio e tentar escrever sobre algo que trago dentro de mim, há demasiado tempo. Não é nada relacionado com a vida familiar, mas sim, com uma misturada de sentimentos que se envolvem entre a minha vida profissional e eu próprio. Bem, para ser um pouco verdadeiro (para comigo) talvez influencie de uma maneira ou de outra, a relação com o ambiente familiar, mas sem grandes ‘beliscadelas’. Por norma, sou sempre eu que fico ‘tocado’ e fechado em mim mesmo, o que não abona em nada a ‘higiene’ mental. Pois é, de facto, a minha vida profissional já viveu melhores tempos, se é que ainda se pode chamar ‘vida profissional’ ao pouco que vai persistindo. Como costumo dizer aos que me são próximos “estou a fazer o ‘luto’ da dita”. Quero acreditar que este ‘luto’ que já dura há quase um ano, está prestes a terminar. Curiosamente, está a fazer por esta altura onze ou doze anos que iniciei esta etapa (que agora se finda). Foi mais uma fase, da qual não me arrependo nada, pelo contrário, foi o resultado da fuga da fase anterior a esta. Um pouco confuso?! Pois bem, sinto que actualmente estou a atravessar o mesmo ‘momento’ que ultrapassei há uns anos atrás. Embora por razões diferentes. Na altura tinha um emprego (era mais ‘trabalho’ do que emprego) «via o nascer do Sol e nem sempre chegava a tempo para ver o pôr-do-Sol» não tinha nem filho nem mulher. Vivia exclusivamente para mim e para os meus ‘devaneios’. Entre o trabalho e a vida privada, não sobrava muito tempo para parar e pensar que ‘vida era a minha’. Coisas próprias da idade. Num certo dia, encontrei alguém, fruto do acaso, que veio alterar a minha vida quase radicalmente. Escrevo ‘radicalmente’ porque embora continuasse a ser a mesma pessoa, com os mesmos defeitos, as mesmas virtudes e os tais ‘devaneios’ ou ‘desvairos’, encontrei algo que nunca tinha saboreado – o sossego de uma noite passada a dois, em casa – o sossego do nosso lar. Digo sossego no sentido em que encontrei espaço e tempo para pensar ‘que vida é a minha’. Foi nesses entre tantos que descobri que para levar a bom porto a minha vida, teria que alterar a outra – a profissional, que pouco me realizava e que perdurou tanto tempo (6 anos) a coberto dos tais ‘devaneios’. E assim foi. Passei um risco nessa vida profissional e iniciei outra – esta que agora está prestes a acabar. Esta que tanto trabalho me deu, que tantas chatices me deu, que tantas alegrias me deu, que tanto dinheiro me deu (sem ele não sei como estava agora) que me proporcionou conhecer tantas coisas novas (daquelas que não estão ao alcance de todos), que tantas noites mal dormidas me deu, que me fez correr que nem um louco todos os sete dias da semana, que me impediu tantas vezes de tirar férias quando me apetecia, que me proporcionou ser ‘dono’ do meu tempo e do andamento da minha vida. Que me impediu de ser um pai a tempo inteiro, porém, esforcei-me e consegui (acho) ser o mesmo amante de sempre… foram tantas as coisas boas e algumas menos boas que este trabalho me proporcionou. Mas, é assim! Nada é definitivo! Vou mudar de vida. Vou recomeçar de novo. Confesso que estou completamente ‘acagaçado’, ansioso, mas também desejoso de recomeçar com este novo projecto. Na verdade são dois projectos que estou a ‘magicar’, vamos ver… o tempo dirá…
Contudo, é com alguma tristeza que termino mais esta etapa. Embora não tenha sido motivada por mim, mas sim pelos tempos que a profissão atravessa, sinto que há males que vêm por bem. Só o facto de ter tempo (de sobra) para viver, para brincar, para passear, para ler histórias ao kiko, para ir à praia, para criar um ‘berloque’, para rever amigos e para estar com o meu filho… tudo isso vale mais do que tudo aquilo que estou a perder a nível material ou financeiramente…
No fim, quando olho à minha volta, quando olho para o Mundo, acho que sou uma pessoa com sorte por tudo aquilo que tenho, por tudo aquilo que alcancei…
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I am floating and adrift in a sea of joy Looking at the stars Forgot so many stars Palm trees silhoutte It's torn and dark out of the sky I'll take you higher Please come with me Just me and you, floating in this space Just me and you... Floating in this space Close your eyes and lean on me Cool and calm, the water is Take me higher I'll come with you Just me and you, floating in this place Just me and you... Floating in this place When on land, with this strange cargo We were from the stars Do you remember that? We were from the stars Do you remember that?
natural calamity
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Ontem, quando atámos uma fita - do tipo ‘nosso senhor do bonfim da baia’ -, no pulso da mão direita do kiko para judá-lo a saber qual o lado direito e o lado esquerdo (anda com a ideia ‘fixa’ que se esquece…):
jc: Essa pulseira é fantástica, é daquelas que só tiramos quando já estão muito velhinhas – daqui a muitos anos…
kiko: Boa! só vou tirá-la quando for pai!
jc: Quando fores pai ?!…
kiko: Sim pai, eu quando for crescido vou ser pai…
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É assim que me tenho sentido desde sábado à noite – não sei se vazio de sentimentos, se cheio de lágrimas por esvaziar. Sei que não tenho estado bem comigo próprio. Sei que a culpa deste (quase) vazio interior – é minha. Sei que por vezes não sou compreendido. Sei, também, que nem sempre me esforço o suficiente para ser compreendido pela outra parte… ando nisto há duas noites e não encontro resposta para o meu estado psicológico. Se por um lado, o telefonema que recebemos na sexta-feira à hora de jantar (que nos caiu dentro do prato) foi um enorme balde de água fria, por o outro, a conversa que estávamos a ter no sábado à noite (depois de jantar) e que interrompemos ainda não sei bem porquê, e que ainda não retomámos… não sei… não sei o que se está a passar. Sei que a semana que passou foi preenchida de noites inesquecíveis… noites de amor intenso… noites que sempre fizeram parte deste nosso caminho que traçámos e que nos esforçamos para levar - sempre – a bom porto… porto de abrigo, que tão bem sabemos onde fica… fica na fronteira que une o nosso companheirismo ao nosso amor… fronteira que não nos separa, mas que nos une cada vez mais, quanto mais tempo vivemos, mais ela nos vai juntando, um ao outro… mas, então qual o motivo para este meu estado de fragilidade, de tristeza, de agonia… hoje passei o dia todo com o kiko, aliás vou passar a semana toda com ele do meu lado, a tempo inteiro… mas nem isso me está a motivar a apagar ou melhor, a preencher este vazio que insiste em ’viver’ dentro de mim… desde aquela noite de sábado passado…
É verdade que ontem me perguntaste se estava chateado. Respondi que não, que me achava triste…
Que esta noite nos encontremos, que nos abracemos, que a (aquela) conversa seja retomada, que seja devidamente terminada… acabada… da maneira como tanto gostamos e que sempre norteou a nossa vida…
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mudasti!…
tu mudasti!…
yupi! mudasti!…
finalmente! mudasti!…
estou tão feliz …
a todos aqueles que não tiveram o prazer de conhecer o antigo ‘avatar’, aqui fica ele:
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well! após quase 5 horas do xixi » cama, aqui estou… fresco que nem um damasco… lá fora, já está um calor danado… estou desconfiado que vai estar um belo dia de praia… a ver vamos…
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frango assado na brasa com piripiri
‘tostado’
cortado aos ‘bocados’
com batata frita ’pala-pala’ de pacote
salada de ‘tomates’ com cebola e orégãos
uma cerveja gelada
azeitonas e tremoços
( editado em 25 \ 07 )
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Deixo aqui, como curiosidade, uma parte dos resultados obtidos com os posts sobre a ’lua cheia’ de Julho. Dão, quase, para todos os gostos e ‘feitios’:
Aproveito e gostava de informar quem procurou (hoje) por “próxima lua cheia de Julho de 2009″, só para o ano é que há mais. A ‘lua cheia’ de Julho deste ano (em Portugal) - já era… finou-se… ’transformou-se’ em quarto minguante…
CENSURADO: por alegada ausência de sanidade mental do seu autor…
(em 17-07-2009 \ 12:07 p.m.)
DES’CENSURADO : por alegada recuperação de ‘parte’ da sanidade mental do autor…
(em 31-07-2009 \ 00:09 a.m.
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só há bocado descobri que afinal não sou um blogger… mas sim um mero wordpresser…
dassss…
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robert palmer
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Fartei-me da palhota que tinha no meu avatar. Coisa estranha ter colocado uma palhota a comentar (?). A culpa é do header que coloquei aqui, faz hoje três meses.
Em pleno Verão, o que mais se vê por aí são palhotas ou colmos, como queiram chamar. Devido a isso, estou cansado de ver a ‘gaja’ nas caixas dos comentários de certos blogues. Possivelmente, por culpa da tipa, devo ter ganho uma alcunha do género: ’o palhotas’…
Agora, a título de revelação, o avatar sou Eu – o jc. Devidamente caricaturado pelo Coto em 1997 (no século passado, portanto) no Café O’Reilly, em Havana.
Para ser franco, nunca achei que fosse parecido comigo, mas sou eu… doze anos mais novo, doze anos mais parvo, com um ‘ar’ mais pesado… Sendo que àquela época achava-me com 18 anos, agora julgo-me com 23…
Por isso, se sentirem a falta da sombra da palhota, têm bom remédio: compram um boné… também pode ser um ‘panamá’… ou um daqueles charmosos chapéus de abas largas em ‘palha suave’, que eu tanto gosto de ver nas ’senhoras’… tornando-as ainda mais elegantes…
Em alternativa, passem por aqui e aconcheguem-se na sombra da ‘palhota’ do header…
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confesso.
Nunca tive apetência para a poesia. O único poeta que conheci até hoje foi o c.g. – o avô materno do kiko. Um verdadeiro poeta. Não tem obras publicadas comercialmente, mas já publicou algumas por sua conta, pagas por si. Poema que dedicou à vida, palavras que lhe saem da alma a todo o momento. Poemas que foram dedicados às suas mulheres, outros aos seus amigos e alguns ao seu neto. São estes últimos que mais me marcam. Esses, e os que escreve aos amigos, onde também me incluo. Mas, não é sobre o c.g. (talvez o meu melhor amigo) que aqui venho escrever (esse texto ficará para outra altura, até porque carece de um enorme exercício de paz interior). Iniciei este curto texto, afirmando que nunca tive apetência para a poesia – é verdade, embora por vezes quando começo a divagar alguém me chama à atenção: – ‘estás armado em poeta, ou quê?…’ Porém, como tudo na vida, começo a alterar esse sentimento. Começo a ler os poetas de outra forma. Tomo o gosto por textos que estimulam os sentimentos, os sonhos, as verdades interiores, os desgostos mais íntimos, as emoções do espírito. Já sinto alguma inveja (da boa) daqueles que exprimem em palavras tudo aquilo que lhes passa pela alma, de uma forma bonita, rude, frontal e honesta. Gosto de saborear as palavras, uma a uma, percebe-las, entende-las e assimilá-las como se fossem minhas, mas é com muita pena que não o são. Tenho que agradecer a alguns blogger’s por aquilo que escrevem. Não os conheço, não sei quem são, onde vivem nem a sua idade, mas tem sido graça a eles que começo a ser estimulado para a escrita. Começo a ganhar gosto em escrever o que me passa pela alma – e são tantas as coisas. Contudo, tenho bastante dificuldade na escolha da palavra certa e correcta, adequada e ilustradora dos meus pensamentos, torna-se muito difícil transpor para a ‘folha branca’ o mar de sentimentos que me afogam a alma. Preciso de ler mais. Muito mais… Não vou dizer quem são esses blogger’s, até porque eles nem imaginam que eu passo horas a lê-los às escondidas. Ando a tomar coragem para os comentar. Bem, já comento pelo menos um, mais propriamente ‘uma’, poeta das emoções (se ela me estiver a ouvir, sabe quem é). É verdade confesso, foi com esta ‘franja’ de poetas da blogosfera que iniciei o meu gosto pela palavra do ‘poeta’… pela magia das palavras…
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Põe-me o braço no ombro
eu preciso de alguém
dou-me com toda a gente
e não me dou a ninguém
frágil
sinto-me frágil
Faz-me um sinal qualquer
se me vires falar demais
eu às vezes embarco
em conversas banais
frágil
sinto-me frágil
frágil
esta noite estou tão frágil
frágil
já nem consigo ser ágil
está a saber-me mal
este whisky de malte
adorava estar “in”
mas estou-me a sentir “out”
frágil
sinto-me frágil
acompanha-me a casa
já não aguento mais
deposita na cama
os meus restos mortais
frágil
sinto-me frágil
Jorge Palma
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Já se nota, falta-te uma parte, já não és a mesma, contudo, continuas aí – do meu lado direito. Hoje chegaste tarde, por onde andaste?
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Está sol e calor, é sábado e as férias – essas! – não há maneira de chegarem… O melhor é ir (ali) até à praia…
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É curioso, principalmente vindo de mim, gajo que enche (ou enchia) caixas de sapatos com os bilhetes dos concertos, observar – satisfeito – as imagens dos resumos das actuações que se estão a realizar no optimus alive!09 (via sic). Confortável, com o portátil (quase fixo) na mesa da sala e com os auscultadores nas orelhas… na boa da verdade estou demasiado contido. Julgo que não aguento muito mais sem ir a um concerto rock – a bem da sanidade mental. Da próxima semana não passa, com ou sem convite, sozinho ou acompanhado, lá estou eu. Pois é, bem sei que isso dos festivais é uma espécie de programa de televisão: abre portas, mete musica (ambiente), o início do concerto, o fim do concerto, a publicidade, os consumos variados, início do concerto, fim do concerto, publicidade, pão com chouriço, cerveja, etc, etc …. os concertos nos festivais (não me convencem) não são a mesma coisa. Salvo, os realizados nos palcos mais pequenos. Conseguem, por vezes, até ser impessoais – claro que o público vibra, salta, grita… – mas são diferentes daquilo que eu gosto num concerto de rock, com uma banda principal, uma banda de abertura… já para não falar na intimidade que um concerto, numa sala ‘fechada’, ‘pequena’ e ‘acolhedora’… pode proporcionar.
[bem!... bom, bom... é estar a acompanhar os ‘festivaleiros’ pela televisão, fazer uma pausa, ir aconchegar o kiko que já dorme, desligar o cantante (que está mudo) e apagar a luz...e agora, nas orelhas os jane’s addiction, são 01:32 a.m...]
(Buddy Guy, fotografado por Joel Brodsky)
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dassss…
o painel de bordo, não pára de me surpreender…
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Na semana passada recebi mais um exemplar do dito ‘semanário‘ - gentilmente oferecido pelo Grupo Impresa. Traz mais ’pérolas’ do mundo cor-de-rosa, porém, vou guardá-lo para uma outra oportunidade. Hoje, como quase sempre, faltam-me as palavras…
Com a devida vénia, deixo este texto retirado do ‘berloque’ anadeamsterdam (espero que a Ana Cássia Rebelo não se importe). É um texto que gostaria de ter sido eu a escrever, aliás, como quase tudo o que a Ana escreve. Mas, infelizmente não consigo passar para texto tudo o que me passa pela mente. É uma falha. Ainda assim, sei a tabuada toda dos nove…
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my girls
Animal Collective
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já estou mais para lá, do que para cá, mas quero deixar aqui esta frase:
”há pessoas fantásticas, não há …”
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Ok! Ganhaste! Continuas aí! Ao meu lado direito... Não te apetece ir embora... És uma óptima companheira... Discreta... Acredita! Não sei como ‘tirei’esta fotografia, Mas, Gostei! Pura ilusão...
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“life ain’t enough for you”
paulo furtado e a italiana asia argento
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Hambúrguer ‘fresco’ (picado no talho), ‘grelhado’ na chapa, com a cebola ‘dourada’ em azeite virgem extra, devidamente ‘afogada’ em cerveja, até apurar. O queijo quase ‘derretido,’ o pão quase ‘torrado’, a mostarda e o ketchup (picante) ‘envolvidos.’ Acompanha com batata tipo pála-pála, salada de alface com cebola e orégãos, e uma cerveja ‘gelada’ …
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foto de Rita Celliberti
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É a primeira vez, neste Milénio, neste Século, que não observo a Lua Cheia de Julho, de um sítio sobre o Mar... É possível que sejam muitos mais anos, seguidos, sempre, a contemplar a Lua Cheia de Julho, de um local com vista sobre o Mar... Hoje, e, quase sempre, estou próximo do Mar, mas não o vejo, não estou suficientemente perto, para sentir o luar, no horizonte, sobre o Mar...
[fui lá fora, encontrei-te assim...]
jc
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ontem descobri este recorte de jornal, que me foi enviado por uma amiga há alguns anos e que fiz questão de guardar… não me recordo em que jornal foi publicado nem da data. mas creio que o estudo se mantém actualizado…
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confesso.
Não gosto de gajos maricas. Não! Não é dos homossexuais. É pior (lol). É daquele tipo de gajo ‘cagarolas’ que à frente são uma coisa e por trás são outra. E no fim, revelam-se uns verdadeiros ‘cabrõezinhos’. Na maioria das vezes, consigo detecta-los a milhas de distância (deve ser o meu lado feminino), mas por vezes (raras) sou completamente surpreendido pelos ditos sacanas hipócritas. Filhos de uma mãe. São o tipo de gajos que passam a sua vida ‘ridícula’ a cheirar a ‘peida’ dos seus superiores hierárquicos, de forma a atingir os seus fins. Hoje tive a desagradável surpresa de me aperceber que andei enganado nos últimos seis anos. Sacana! Detesto pessoas falsas. No princípio, o ‘interesseiro’, estava numa posição de quarta ou quinta linha hierárquica, numa instituição, que porventura é cliente do escritório. Um cliente muito bom, diga-se de passagem. Bem, já foi melhor cliente… adiante, houve tempos em que numa perspectiva de fornecer serviços ainda mais eficientes, de qualidade elevada, com uma margem minima de erro, concordei em colaborar num dito projecto-piloto. Agradeci, como é evidente, até porque num universo de quarenta e tal fornecedores, fui o único escolhido. No início, as propostas desenrolavam-se, as reuniões prosperavam e os almoços acompanhavam. O ‘cabrãozinho’, em quatro anos saltitou de ‘pelouro’ em ‘pelouro’. Sempre que necessário, telefonava-me, tipo off-the-record, no sentido de ganhar alguma vantagem, internamente, no que se referia a novas propostas. Eu, inocentemente, lá fui cooperando com o dito… sendo que o ’falso’ conseguiu atingir o lugar que tanto ambicionava. Está actualmente numa posição de segunda linha, abaixo da administração. Nesta actividade que exerço (cada vez menos) e que não quero revelar qual é, são muitas as situações que acarretam custos acrescidos, por variados motivos, que carecem de autorizações de forma a serem assumidos por alguém (obviamente, sempre que o erro é ‘nosso’, assumimos os custos sem margem para dúvidas). É referente a uma dessas situações, relacionada com custos, que num passado recente, o ‘sacaninha’ fazia tudo o que estava ao seu alcance para que o seu superior autorizasse, e agora a coberto do correio electrónico recusa-se a autorizar. É verdade, o maricas tanto ‘cheirou’, que conseguiu lá chegar. Agora é ele que está no lugar. É ele que autoriza. Se no passado, eram telefonemas para aqui, telefonemas para ali, no sentido de obter autorizações superiores, agora nicles… email para frente, email para trás, não autoriza nada, não atende telefones, não está para ninguém… e curiosamente, nada disto tem haver com a crise que atravessamos, é o gajo que é um cagarolas. O gajo tem medo, é um inseguro da treta, falta-lhe ‘bagagem’. Hoje, passados três dias de troca de emails, ainda não consegui falar com o dito (deve ter saudades dos almoços pagos em restaurantes de primeira classe). Continuo a aguardar uma justificação plausível para uma porcaria de um custo de ‘cento e tal euros’… cá no meu íntimo estou a borrifar-me para os ‘euros’, contudo, faço questão de dizer pessoalmente àquele gajo, que não tenho por hábito engolir sapos… de ninguém…
Isto é um desabafo… não suporto pelintras…
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só na passada madrugada, tive o prazer de ver este filme. já muito se escreveu sobre ele. quero apenas deixar a minha modesta e curta opinião: é um filme que relata sobretudo uma bonita história de amor…
hoje de manhã, acordei com os gritos na cabeça. são 04:25 p.m. e não os consigo esquecer:
- jamal! – jamal! – jamal!
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não posso deixar de agradecer ao fornecedor de internet, o facto de ter ficado ‘pendurado’ durante quase oito horas. o respectivo processo vai a caminho… estou desconfiado que está a tentar ‘impingir’ isto. sacana…
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uh
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hoje, a praia esteve óptima.
quase deserta, sol, calor, um mar refrescante… caipira’s…

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Publicado em old spice | Leave a Comment »
“some velvet morning”
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retirado do cartoonices
passados quase três meses da publicação do primeiro post ‘a título de teste’, o painel de bordo indica 1000 cliques. fantástico! nunca pensei… bom, é verdade que desses mil acessos, oitocentos e muitos são meus, quanto ao resto, presumo que sejam de dois ou três blogger’s que passam por aqui – ainda não sei bem porquê.
confesso. estou a gostar disto, prometo que vou ler mais livros e tentar escrever alguma coisa com pés e cabeça…
começo a recuperar alguma ’sanidade mental’…
aproveito e agradeço a todos que têm por hábito comentar - tu sabes…
é um prazer…
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aviso à navegação

venho por este meio lançar um repto aos fumadores de cigarros, cigarrilhas, charutos, ganzas e afins. por favor, quando fumarem na praia não deixem as beatas ou os restos das cigarrilhas na areia. vá lá, não façam essa merda isso. é uma nojice. é prejudicial para o ambiente e desconfortável para quem chega a seguir. façam como eu, que gamei meia dúzia de cinzeiros de praia (nunca os vi à venda), guardei um, em cada ‘saco’ de praia, de forma a não me esquecer de o levar. e já está. no fim do dia é só despejar no caixote que estiver mais perto. no meu caso, que fumo que nem um camelo, faço duas viagens ao caixote do lixo. é muito higiénico, o cinzeiro não fica sujo, dado que a areia colocada no seu interior trata dessa parte, de não sujar. se porventura, ainda não tiveram a oportunidade de gamar um cinzeiro de praia, utilizem um copo de plástico cheio de areia ou uma lata de cerveja ou de refrigerante que produz o mesmo efeito. mas, não sejam ‘porquinhos’. até porque nas vossas casas não apagam as beatas no chão, pois não ?…
fico danado, a corroer-me todo por dentro, quando vejo pessoas ‘parvas,’ comodamente a enterrar as beatas no cantinho da areia mais próxima da toalha ou da espreguiçadeira, como se nada se passasse. por sinal, na mesma areia onde os filhos brincam…
todavia, bom, mesmo bom, é não fumar…
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todas as semanas recebo na caixa do correio um exemplar do ’jornal da região’, gentilmente oferecido pelo dr. pinto balsemão. uma das páginas, por norma, é dedicada à tertúlia cor-de-rosa. sou fã, ‘devoro’ aquilo tudo até ao fim - acho o máximo! - até porque muitas das referências que lá constam não vêm nas revistas que habitualmente leio, enquanto tento libertar resíduos tóxicos, no ‘escritório’. hoje, não resisto e transcrevo isto:
quem é o cláudio ramos? quem é a filipa de castro? e qual o motivo para não assumir a profissão de esteticista? não é tudo o mesmo? não é tudo estética e bem-estar?…
‘peneirices’, é o que é …
no mesmo ’semanário’, noutra semana, li o seguinte:
“estou melhor do que antes” (pimpinha jardim, na vidas)fez-me lembrar a outra senhora – aquela que levou o ’pónei’ aos globos de ouro: “estar viva é o contrário …
dassss…
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acabei de consultar a desgraçada da conta bancária. surpresa!!! os panisgas do fisco já devolveram a massa que retiveram o ano passado. sacanas. dei-lhes cinco dígitos e só me devolvem quatro. dassss…
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adoro segundas-feiras chuvosas. talvez porque não tenho de enfrentar trânsitos caóticos para aterrar no escritório. por vezes, nem ponho lá os pés, fico em casa a trabalhar ou a fingir que trabalho (coisas de patrão). hoje, logo pela manhã diverti–me imenso com esta história da segunda-feira chuvosa e dos atrasadinhos aflitos para chegar ao seus locais de escravidão. tão desesperados que andam, que buzinam a tudo o que não mexe na estrada… pois bem, estava eu a ‘entregar’ o kiko no colégio, debaixo de uma grande chuvada (sem chapéu) e o meu carro a impedir o escoamento do trânsito, que porventura se restringia a uma única carroça. quando o animal – o condutor da carroça, começa desvairadamente a buzinar. buzinou tanto que ficou rouca… e só demorei dois ou três minutos. ainda acenei a pedir desculpas, mas nada, continuou estrondosamente com as patas em cima da buzina. tramou-se. os cerca de quinhentos metros de estrada de uma única via de um só sentido que se avistavam até ao próximo cruzamento, transformaram-se em mais de três quilómetros a percorrer a cinco à hora. deu para fumar calmamente um sg ventil, deixar o carro ir abaixo, telefonar para o escritório e atender uma chamada de um gajo que é um grande melga…quase que deu para acender um segundo cigarro, tanto foi o martírio que o senhor teve. bufava, espumava e esperneava tanto que não lembrava ao diabo. e o raio da buzina, rouca de tanto gritar, já não lhe valia de nada. pois é, pois é, c’os diabos, há dias assim…
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